Não me importa o silêncio dos des-crentes nem o dos inocentes. Tais conceitos passam ao largo da dureza da realidade. Antes categóricos com os pés na materialidade do que seres opacos de curvas prolixas.
Enquanto isso a morte ronda seres de alma incerta. Repousa em mentes dúbias de certezas pueris. Se alimenta do pó e dos deboches cochichados por Lúcifer como se fossem novidades de última hora. Nada mais incerto que um trono avalizado por anos de opressão, roubo, carnificinas e médias de homens que nem se sabem cidadãos.
Porém, a Terra…ah o Planeta Água. Este pisará em uníssono celeste estes ninheiros de mesquinharias medievais. Com suas águas bravias chacoalhará navios duvidosos. Mostrará a ira de um Deus cheio de amor pelo Nome. Nenhum sacríficio será em vão. Nenhum perdão em meio a dores de parto será esquecido. E todo indeciso verá! Se verá…